Disseram-me que eu não me qualificava para isso.

O importante aqui é provar que a pessoa em questão é descendente de um judeu sefardita. Isso requer uma análise da genealogia da pessoa. O fato de uma pessoa se qualificar ou não significa apenas que o genealogista tem uma maneira de provar ou refutar essa ascendência. Porém, uma vez rejeitada por um genealogista, isso não significa que outro genealogista com ferramentas diferentes não possa fazê-lo.